PETROLÂNDIA EM LUTA

Juventudes semeando esperança, organização e resistência!

As juventudes de vários estados do país: PE, AL, SE, PI, RS e RJ, organizada na BRIGADA protagonizada por diversas organizações do campo e da cidade: Movimentos populares, Movimentos Sindicais e Pastorais Sociais: PJR, MST, MPA, Levante Popular da Juventude, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Petrolândia, Sindicatos dos Servidores Municipais de Petrolândia, Diocese de Floresta, PROVIDA, Consulta Popular, CPT, CUT, Via Campesina, Frente Brasil Popular, encontram-se realizando com a população ações de agitação e propaganda,  em Defesa das Águas, do Rio São Francisco e dos direitos da classe trabalhadora, no território do Sertão de Itaparica, em Pernambuco.

As várias ações na região acontecem no período de 05 a 15 de dezembro, estando vinculadas a II Caravana da Frente  Brasil Popular pela Democracia, ao Fórum Social em Defesa das Águas e do Rio São Francisco (que acontecerá dia 15/12 em Petrolândia) e ao diálogo dos Movimentos Sociais com o Papa, também em Defesa das Águas e do Rio São Francisco.

Na condução dos processos históricos ,”os jovens devem ser os primeiros em tudo, inclusive nos sacrifícios exigidos pela Revolução”, já nos apontava em seus pensamentos o nosso comandante Che Guevara. Assim os movimentos compreendem que a atual conjuntura do país exige, que a juventude seja convocada com sua ousadia e criatividade, para seguir cumprindo com seu papel na história. É nesse sentido que a Brigada de Juventude acontece. Os jovens têm a missão de semear esperança, soberania e fazer transformação.

Nesse momento todo trabalho da Brigada perpassa pela agitação e propaganda, legado da Revolução Russa, que se apresenta como um conjunto de formas e métodos para o trabalho de base e de massa, caminhos para construir consciência crítica na classe trabalhadora, fortalecendo assim os processos de resistência, organização e de luta tão  necessários à atual conjuntura do país. Assim a Agitprop se apresenta como uma das grandes tarefas a ser cada vez mais desenvolvida pela juventude do campo e da cidade!

#Atenção, atenção: Venda das águas em ação!
#Atenção, atenção: Precisa-se de água para população!
#Atenção, atenção: É luta popular por revitalização, contra privatização!

Postado por Comunicação Nacional da PJR

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Igreja, presença Pastoral na promoção da dignidade humana

No encontro de hoje refletiremos sobre a Igreja, presença Pastoral na promoção da dignidade humana, que toma os pobres e excluídos como sendo seus preferidos, como fez Jesus Cristo. Diante disso somos convidados e convidadas a pensar sobre o que seja ser pastoral, e de como essa ação em consonância com a Igreja transforma a vida das pessoas. Continue reading “Igreja, presença Pastoral na promoção da dignidade humana”

Igreja, presença profética na promoção da solidariedade

Para celebrar os 100 (cem) anos da Diocese de Pesqueira em Pernambuco, como parte das comemorações, foram distribuídas em cinco sessões, intituladas de Sínodo Diocesano, propostas de atividades  em grupo, para serem realizadas nas comunidades em que a diocese esta presente, com o intuito de que a comunidade, participe na construção do Sínodo da Diocese, propondo e elencando elementos para a constituição da Igreja que queremos. Continue reading “Igreja, presença profética na promoção da solidariedade”

Comunicar a Fé é propagar a Boa-Notícia de que a alegria do Reino é para todas e todos

Em 2018 a Diocese de Pesqueira em Pernambuco estará completando 100 anos de sua fundação, e nesse período de jubileu diocesano, a diocese estará realizando “O Sínodo Diocesano” que é uma Assembleia constituída por padres, religiosas, leigos e leigas nomeados para se reunirem com o propósito de “refletir a luz da palavra de Deus”, o mesmo se estenderá até 2018, ano do centenário. No ano de 2018 a Pastoral da Juventude Rural – PJR estará completando 35 anos, a serviço da Juventude Camponesa do Brasil, principalmente no Nordeste, solo de missão permanente de atuação da mesma, evangelizado e conscientizando a juventude do campo, na busca pela garantia de seus de direitos e da afirmação do Campo, como sendo seu lugar de morada e permanência.   Continue reading “Comunicar a Fé é propagar a Boa-Notícia de que a alegria do Reino é para todas e todos”

Juventude Camponesa em formação, curso Egídio Bruneto

Entre os dias 01 a 18 de setembro, está acontecendo na Escala Latina Americana de Agroecologia – ELAA, localizada no Assentamento Contestado, município de Lapa-PR, o VI Curso de Formação de Dirigentes Egídio Bruneto. O espaço promovido pela CLOC-Via Campesina em parceria com os movimentos sociais da américa latina e do caribe, visando a formação de dirigentes do campo popular. Continue reading “Juventude Camponesa em formação, curso Egídio Bruneto”

A Juventude Camponesa também quer saber, cadê Santiago Maldonado?

Confira no vídeo a Juventude Camponesa, perguntando sobre o desaparecimento de Santiago Maldonado na Argentina.

 

ENTENDA O CASO: Por CartaCapital

Argentina: onde está Santiago Maldonado?

Testemunhas afirmam que jovem desapareceu após ser detido pela polícia durante repressão aos povos mapuches em região disputada pelo grupo Benetton

Eitan Abramovich / AFP
Santiago Maldonado
Em Córdoba, manifestante protesta em favor de Maldonado, na sexta-feira 1º

O jovem de 28 anos foi visto pela última vez há um mês, no dia 1 de agosto, durante um protesto realizado por mapuches, povo indígena da Argentina e do Chile, na região de Cushamen, na província de Chubut, região da patagônia argentina.

Maldonado participava da ação junto aos indígenas quando a Gendarmeria, uma força policial militar que responde diretamente ao executivo nacional, reprimiu violentamente a manifestação, sem mandato judicial, em uma operação que contou com cerca de 14 veículos e 100 homens armados a fazer disparos de balas de borracha e de chumbo. Segundo testemunhas, Maldonado tentou fugir da repressão, mas foi capturado, agredido fisicamente e arrastado até um dos veículos. “Tenho um deles aqui”, teria gritado um policial. Desde então, nada se sabe sobre seu paradeiro.

O jovem era da província de Buenos Aires, mas vivia na cidade de El Bolsón, próxima à comunidade de Cushamen, da qual se aproximou por solidariedade à luta dos mapuches. Há séculos esse povo luta para permanecer em suas terras ancestrais e contra a criminalização.

Conforme a disputa de terras se acirra, também cresce a perseguição política aos mapuches. Um de seus principais líderes nessa região, Facundo Jones Huala, encontra-se atualmente preso sob a acusação de terrorismo. No dia anterior à desaparição de Santiago, mapuches haviam realizado um protesto pela libertação de Huala.

Santiago Maldonado
Durante protesto, manifestante é preso nas cercanias da Praça de Maio, em Buenos Aires, também na sexta-feira 1º (Foto: Raul Ferrari / Telam / AFP)

O principal grupo econômico atuante na região pertence à Benetton, empresa italiana mundialmente conhecida por sua atuação no ramo têxtil. A Benetton é a proprietária das terras ocupadas pela comunidade de Cushamen,

Silvia Adoue, argentina radicada no Brasil, professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e representante dessa universidade no Conselho Estadual para os Povos Indígenas de São Paulo, afirma que o Grupo possui 900 mil hectares de terra na Argentina, sendo que a maior parte delas está na região patagônica. “O que a Benetton diz oficialmente é que o interesse na região é obter terras para criação de ovinos, para fins têxteis, mas há estudos que apontam para a presença de minerais na região. Ali estaria o real interesse em obter tanta terra na região patagônica”, diz Adoue.

Ela lembra que o drama dos mapuches diante da pressão econômica é anterior ao governo neoliberal de Mauricio Macri. “Hoje, na Argentina, existe uma cadeia extrativista bastante predatória, do que a prática do fracking é um exemplo, e na ponta dessa cadeia estão os territórios de povos originários, como os mapuches“, afirma. “Por isso também a resistência é tão importante para enfrentar esse modelo que não é algo de agora apenas, mas já havia se intensificado com o modelo neodesenvolvimentista anterior”, diz, em referência ao governo de Cristina Kirchner.

Omissão do governo

Um amplo espectro de personalidades e organizações políticas e de direitos humanos da Argentina vêm cobrando que o governo de Maurício Macri averigue as denúncias contra a Gendarmeria e busque os responsáveis pela repressão e pelo desaparecimento do jovem. Além das mobilizações pelo país, o assunto vem dominando as redes sociais e os meios de comunicação há um mês. Mesmo veículos oficialistas como El Clarín e La Nación se veem obrigados a tratar do tema, ainda que para reiterar a versão oficial que, até o momento, é de negação.

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A ministra de Segurança Pública, Patrícia Bullrich, desde o início, busca reiteradamente defender a ação dos gendarmes e sustenta que não há provas de que policiais sequestraram Maldonado. “A operação foi feita sob as regras do uso racional da força”, afirmou quando sabatinada por uma comissão do Senado, dia 16 de agosto.

Na mesma ocasião, Bullrich disse que não havia como provar que o jovem havia estado de fato em Cushamen no dia da repressão, devido ao fato de que estavam todos com a cara coberta por lenços e, portanto, não identificáveis.

“Não há uma só testemunha, uma pessoa sequer que tenha se apresentado à promotoria ou ao juiz para dar dados que apontem que foi a Gendarmeria que o levou”, declarou, dessa vez em uma coletiva de imprensa. A tese, segundo seus críticos, ignora não só medo e a perseguição política e policial sobre a qual vivem os mapuches, mas o papel ativo das autoridades em buscar as testemunhas.

Quando questionada na mesma comissão do porquê de não afastar os comandantes da Gendarmeria na região de forma preventiva e interrogá-los sobre os fatos, afirmou que não toma medidas baseadas em hipóteses.

A estratégia de culpar as vítimas também foi adotada. Bullrich afirmou que a família de Santiago demorou para dar queixa do desaparecimento, ainda que as provas indiquem que a denúncia foi realizada no mesmo dia. Depois, culpou-os de não colaborar com as investigações, o que o irmão do jovem, Sergio Maldonado, em entrevista ao jornal Pagina 12 e ao canal C5N, classificou de “cinismo”.

Santiago Maldonado
Com retrato de Maldonado, o ator argentino Pablo Echarri protesta contra o desaparecimento (Foto: Juan Mabromata / AFP)

Adolfo Pérez Esquivel, prêmio Nobel da Paz, e Nora Cortiñas, uma das mais reconhecidas mães da Praça de Maio, pediram a renúncia da ministra. “O Estado é o responsável direto pelo desaparecimento de Santiago Maldonado”, afirmou recentemente Esquivel, para quem os agentes do Estado estão encobrindo as investigações.

No dia 23 de agosto, as Avós e Mães da Praça de Maio foram recebidas pelo governo em uma reunião. “Não é que saímos como chegamos, sem nada. Saímos piores”, disse a representante das Mães, Taty Almeida, em coletiva. “É muito triste que depois de 40 anos tenhamos que seguir gritando ‘aparição com vida’. É lamentável”, concluiu.

Dois dias depois, a promotoria mudou a forma como o incidente estava registrado – como um desaparecimento comum – para “desaparecimento forçado”. Juridicamente, o termo implica que necessariamente há envolvimento de forças do Estado. O governo federal, entretanto, continua negando o envolvimento da Gendarmeria. “Já não sabem o que dizer”, afirmou Esquivel.

A mudança no registro se deu apenas depois de muita pressão. A advogada da família de Maldonado, Veronica Heredia, criticou a atuação da promotora e afirmou que, após retirado o segredo de justiça da investigação, o que deve ocorrer na semana que vem, irá apurar o andamento da investigação e, caso testemunhos e dados estejam sendo ignorados, pedirá o afastamento da atual promotora do caso, Silvina Ávila.

O perito da causa, Ariel Garbarz, em sua conta de Twitter, no dia 1 de setembro, afirmou que tanto o juiz da causa como Silvina Avila estão retardando o andamento das perícias, previamente acordadas com a própria promotora.

Envolvimento do governo

O jornalista investigativo Ricardo Ragendorfer, do jornal Tiempo Argentino, apurou que o chefe de gabinete do Ministério da Segurança Pública, braço direito de Bullrich, Pablo Noceti, esteve ao menos duas vezes no local da repressão, no dia 1 de agosto.

Noceti é advogado e conhecido por defender a Fabio Iriart e Néstor Omar Greppi, repressores da ditadura militar argentina que foram condenados por delitos de lesa humanidade.

Ragendorfer também apurou que a Gendarmeria mantém uma base logística informal – e, portanto, ilegal – dentro da Fazenda Leleque, que pertence ao Grupo Benetton. A reportagem ainda relata que Noceti mantém reuniões e contato frequente com as sociedades rurais das províncias de Chubut, Río Negro e Neuquén. Nelas, sempre presente está o administrador das propriedades de Benetton na Patagônia, Ronald McDonald. Em ao menos uma dessas reuniões, a ministra Patricia Bullrich também esteve presente.

Via CartaCapital

Debatendo sobre as perspectivas Juvenis dentro da Universidade

“Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo”.

A educação no Brasil encontra-se em xeque, principalmente nas áreas das ciências humanas, pois é de grande interesse do governo golpista que os novos alunos que ingressam nas universidades “públicas” não se apropriem do conhecimento, que se tornem apenas ferramentas aprimoradas pra o mercado de trabalho, deixando assim de questionar as grandes contradições existentes na sociedade, ate mesmo as ignorando. Continue reading “Debatendo sobre as perspectivas Juvenis dentro da Universidade”

Construindo caminhos com a Juventude do Campo, através da Formação

Teve inicio na noite de hoje (14) e indo até o dia (16) domingo na Região do sertão do Pajeú em Pernambuco, a Escola Regional de Formação da Juventude Camponesa da Pastoral da Juventude Rural – PJR, tendo como homenageado Dom Francisco Austragésilo, que foi Bispo na Diocese de Afogados da Ingazeira/PE, Diocese onde esta sendo realizada esse momento de formação com a juventude do Campo. Continue reading “Construindo caminhos com a Juventude do Campo, através da Formação”

I Escola de Formação Regional Nena Marinho da PJR/PE

“Essa luta é nossa, essa luta é do povo e é só lutando que construirmos um Brasil novo” 

Entre os dias 07 a 09 de julho, a juventude da Pastoral da Juventude Rural do Regional Agreste Meridional 2 do Estado de Pernambuco, realizou no Auditório Frei Jessé – SISPUM (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais), São Bento do Una – PE, sua I Escola de Formação Nena Marinho, para conhecimento e aprofundamento da história, mística, organicidade e identidade da PJR. Presentes os municípios de Bom Jardim e Ibirajuba, Diocese de Caruaru; São João, Jupi e São Bento do Una, Diocese de Garanhuns, de diferentes grupos e associações, respectivamente; AGROFLOR, Associação Comunitária do Cajá, AVAPE (Associação de Vaqueiras de Pernambuco).

Nessa troca mística de experiências, apontando as dificuldades e potencialidades da região. Compartilhando suas vivencias em uma analise conjuntural da realidade, as opressões machistas e LGBTfóbicas foram destaques neste momento, percebendo-se a importância de aprofundamento nos debates de gênero e diversidade nas formações.

Teve-se como centralidade o estudo dos GPR (Grupo de Produção e Resistência) trazendo seu importante papel para a resistência da juventude camponesa na sua base. Momento impar para fortalecimento da PJR regional e estadual. Assim finalizamos a nossa I Escola de Formação, animados pelas vivências misticas e com o compromisso de retornar as nossas comunidades, com a missão de fortalecermos cada vez mais o trabalho de base, e avançarmos na construção de um projeto popular para o Brasil.

PJR: Mística, luta e Resistência

Texto e imagens: Hérica Janaína