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NOSSA HISTÓRIA NÃO COMEÇA EM 1988 #MARCOTEMPORALNÃO #NOSSODIREITOÉORIGINÁRIO

O STF não pode legitimar o genocídio e as violações cometidas contra os povos indígenas no último século. Participe desta luta e diga você também: #MarcoTemporalNão. A história dos povos indígenas não começou em 1988 e não pode ser interrompida!

No dia 16 de agosto, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgará três ações que podem ser decisivas para os povos indígenas no Brasil. As decisões dos ministros sobre o Parque Indígena do Xingu (MT), a Terra Indígena Ventarra (RS) e terras indígenas dos povos Nambikwara e Pareci poderão gerar consequências para as demarcações em todo o país. Por isso, os indígenas reforçam, a partir de hoje, uma série de mobilizações por seus direitos. Continue reading NOSSA HISTÓRIA NÃO COMEÇA EM 1988 #MARCOTEMPORALNÃO #NOSSODIREITOÉORIGINÁRIO

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Líder Camponês é Assassinado na Bahia

Mais um companheiro que tomba na luta pelos direitos dos trabalhadores. Na tarde desta quinta-feira, 13 de julho, o líder camponês e quilombola, José Raimundo Mota de Souza Júnior é assassinado.

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TERRA SAGRADA

Camacan é uma cidade do sul baiano bem próxima ao sertão (fica a 67 km de Potiraguá). Fundada em 1961, foi uma das maiores produtoras de cacau do país na década de 70, mas entrou em declínio 20 anos depois por causa da praga “vassoura de bruxa” que dizimou as plantações.

Também é conhecida por causa da violência no campo e conflitos de terra. Um novo confronto parece ser iminente após o quarto despejo das 36 famílias do assentamento Terra Sagrada Guanabara I, realizado ontem (1º de junho). Os agricultores, que recuperaram a mata nas margens do rio Pardo e tornaram a propriedade produtiva, divulgaram a “Carta de Luta e Resistência do Nosso Povo!”, pedindo ajuda aos governos federal e estadual.

O coordenador da Pastoral Rural da Juventude e colaborador de site Meus Sertões, Joabes R. Casaldáliga, passou quatro dias no local e conta esta história através de vídeos e fotos que produziu no local.

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Sem-terra esperam barco para levá-los para uma ilha do município de Mascote (BA)
“Pude acompanhar a movimentação nos dias que antecederam o despejo. Conversei com crianças, jovens, adultos e idosos e registrei seus sentimentos e angústias. Vivenciei a dor de quem tem que deixar sua plantação, criação e amargar prejuízos Trago comigo somente a esperança, que Deus e os “encantados” do rio Pardo (como crê Jucélia, a líder do assentamento) os protejam”.

As famílias despejadas foram para uma ilha do rio Pardo no distrito de São João do Paraíso, em Mascote (BA). No entanto, esperam voltar.

JUCÉLIA, A LÍDER DO GRUPO
MARINALVA E VALCI ALVES CAMBRA, AGRICULTORAS
MARINILZA, QUATRO DESPEJOS E AMEAÇAS
SUPOSTOS JAGUNÇOS
VAQUEIROS ESPIÕES E ROUBO DE GANSOS

VIA SITE: Meus Sertões