Comunicar a Fé é propagar a Boa-Notícia de que a alegria do Reino é para todas e todos

Em 2018 a Diocese de Pesqueira em Pernambuco estará completando 100 anos de sua fundação, e nesse período de jubileu diocesano, a diocese estará realizando “O Sínodo Diocesano” que é uma Assembleia constituída por padres, religiosas, leigos e leigas nomeados para se reunirem com o propósito de “refletir a luz da palavra de Deus”, o mesmo se estenderá até 2018, ano do centenário. No ano de 2018 a Pastoral da Juventude Rural – PJR estará completando 35 anos, a serviço da Juventude Camponesa do Brasil, principalmente no Nordeste, solo de missão permanente de atuação da mesma, evangelizado e conscientizando a juventude do campo, na busca pela garantia de seus de direitos e da afirmação do Campo, como sendo seu lugar de morada e permanência.   Continue reading Comunicar a Fé é propagar a Boa-Notícia de que a alegria do Reino é para todas e todos

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Comunicação Popular transforma a vida dx jovem no Campo

Comunicar-se como um direito, em que as opiniões e a pluralidades de ideias consigam ser repassadas a população cumprindo um papel social de informar e proporcionar reflexões críticas, contradizendo o que a grande mídia diz e dissemina, em suas programações diárias, onde poucas empresas, pegam para si, o direito de comunicar-se com milhares de pessoas, disseminando seus interesses e produtos, sem se quer contribuir no desenvolvimento e na produção de consciências pensantes. Continue reading Comunicação Popular transforma a vida dx jovem no Campo

III Seminário Internacional de Feminismo Camponês e Popular: A luta das mulheres camponesas da América Latina contra o Capitalismo, o Patriarcado e o Racismo

A Pastoral da Juventude Rural – PJR participou do III Seminário Internacional de Feminismo Camponês e Popular realizado de 28 a 29 de setembro, no Centro de Formação Vicente Canhas, em Luziânia – GO.  O evento reuniu mulheres camponesas da América Latina com o objetivo de dialogar sobre as ações e formas de organização dos movimentos de mulheres camponesas na construção do Feminismo Camponês e Popular no enfrentamento ao capitalismo, sustentado por um modelo de sociedade opressora e excludente que produz violência e morte.

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Foto: Amélia Marques

Na mesa de abertura contou com a contribuição das militantes Fátima Aguiar da CONAMURI – Paraguai, Karin Chilca ANAMURI – Chile, Marinei do MPA – Movimento de PequenosAgricultores, Maria Amélia da PJR – Pastoral da Juventude Rural e Iridiani Seibert do MMC – Movimento de Mulheres Camponesas, as quais socializaram como suas respectivas organizações vem construindo o Feminismo Camponês Popular no Brasil e na América Latina, na perspectiva da Agroecologia como um modo de vida, no combate a violência contra as mulheres e o domínio sobre seus corpos e sexualidade.

As companheiras destacaram que apesar da diversidade do movimento camponês Latino-americano, “o que nos une é o nosso Projeto Popular de sociedade, é o nosso jeito de lidar com a terra, com os trabalhadores e trabalhadoras rurais, onde não haja explorados e exploradores, no qual homens e mulheres sejam novos sujeitos, com outras relações, sem desigualdades e violência, na perspectiva da emancipação e libertação das mulheres e por uma sociedade mais justa e igualitária.”

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Foto: Amélia Marques

A tarde, à luz do método “círculos de cultura” do mestre Paulo Freire, o grupo construiu a identidade do Feminismo Camponês e Popular a partir do olhar e das ações, conquistas e desafios vivenciados individualmente e coletivamente de cada uma presente. A noite um ato celebrativo, trouxe a memória das histórias de luta das mulheres que tombaram na luta contra o capitalismo e toda forma de opressão.

No dia seguinte, a partir da síntese dos seminários anteriores o grupo construiu os caminhos para se fortalecer o Feminismo Camponês e `Popular no Brasil, considerando a conjuntura atual, como também as linhas de ação prioritárias do Movimento Feminista Camponês: a) A agroecologia como um modo de vida, pela segurança e soberania alimentar, e emancipação e libertação das mulheres; b) A luta das mulheres, no sentido de fortalecer a mobilização e organização dos movimentos de mulheres no combate a violência e o controle do corpo e a sexualidade feminina; c) No se reconhecer como movimento feminista, e da sua contribuição no processo histórico de organização das mulheres contra o capitalismo, o patriarcado e o racismo.

SEM FEMINISMO NÃO A AGROECOLOGIA!

Postado por Comunicação da PJR

Somos uma Pastoral a Serviço da Juventude Camponesa

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