Escola Estadual de Formação da PJR/RN é realizada

Conhecer a nossa realidade social nos instiga a lutar pelos nossos direitos, como também que sejamos sujeitos atuantes na vida social das nossas comunidades, interagindo e discutindo sobre as vivências, e as relações circunvizinhas. Foi com esses objetivos que a Pastoral da Juventude Rural- PJR do Rio Grande do Norte realizou entre os dias 10 e 13 de agosto, sua Escola Estadual de Formação, o espaço foi realizado no Centro de Formação Patativa do Assaré em Ceará-mirim/RN.   Continue reading “Escola Estadual de Formação da PJR/RN é realizada”

Dom Fragoso, 11 anos da sua morte

“Subversiva é a realidade social do Brasil”.

Dom Fragoso foi bispo da Diocese de Crateús durante 34 anos, de 1964 a 1998. Defensor dos princípios da Teologia da Libertação, notabilizou-se pelo trabalho pastoral junto aos pobres e trabalhadores rurais. No período da ditadura, combateu severamente as atrocidades cometidas pelos militares, solidarizando-se com as vítimas do regime militar e denunciando no exterior as torturas praticadas contra os presos políticos.

Dom Fragoso ganhou projeção internacional por ter implantado, de forma pioneira, um novo estilo de Igreja, que serviu de modelo na América Latina. “Ele rompeu com a estrutura rígida e hierárquica da Igreja, que distanciava os bispos e a base: os cristãos”, relembra Mário Albuquerque, ex-preso político e atual presidente da Associação 64/68 Anistia.

Segundo Albuquerque, dom Fragoso fez uma opção radical pelos pobres, enfrentando forte resistência dos setores mais conservadores, tanto da Igreja como da sociedade. “Por conta disso, foi muito perseguido pelos militares e ficou célebre uma frase dele, quando era acusado de subversivo: “Subversiva é a realidade social do Brasil”.

Hoje faz 11 anos da morte do primeiro Bispo da diocese de Crateús -CE, Dom Fragoso.

Presente na caminhada!

Texto e imagem: Reprodução

Postado por Comunicação da PJR

NOSSA HISTÓRIA NÃO COMEÇA EM 1988 #MARCOTEMPORALNÃO #NOSSODIREITOÉORIGINÁRIO

O STF não pode legitimar o genocídio e as violações cometidas contra os povos indígenas no último século. Participe desta luta e diga você também: #MarcoTemporalNão. A história dos povos indígenas não começou em 1988 e não pode ser interrompida!

No dia 16 de agosto, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgará três ações que podem ser decisivas para os povos indígenas no Brasil. As decisões dos ministros sobre o Parque Indígena do Xingu (MT), a Terra Indígena Ventarra (RS) e terras indígenas dos povos Nambikwara e Pareci poderão gerar consequências para as demarcações em todo o país. Por isso, os indígenas reforçam, a partir de hoje, uma série de mobilizações por seus direitos. Continue reading “NOSSA HISTÓRIA NÃO COMEÇA EM 1988 #MARCOTEMPORALNÃO #NOSSODIREITOÉORIGINÁRIO”