Escola Nacional de Formação da PJR

“Caminhando e cantando /E seguindo a canção /Somos todos iguais /Braços dados ou não /Nas escolas, nas ruas /Campos, construções”.

Refletir a caminhada e formar novas lideranças para o trabalho de base junto a juventude camponesa, é que foi realizada entre os dias 14 a 20 de Janeiro de 2018, na cidade de Lajinha em Minas Gerais a Escola Nacional de Formação da Pastoral da Juventude Rural – PJR Rosa Maria Fortini, jovens de vários recantos do país marcaram presença, neste momento de formação, compartilhamento e vivência.

Tendo como homenageada a companheira Rosa Maria Fortini que contribuiu no trabalho de base junta a juventude camponesa mineira em sua formação durante toda a sua vida. A PJR mineira e sua juventude acolheu todos os estados presentes e mostrou os trabalhos de bases que tem feito com a juventude do Campo no estado, e a articulação com os jovens e as jovens das comunidades.

Segundo Josiel Alves da PJR da Paraíba “a escola foi bastante construtiva ao longo das atividades realizadas, onde a juventude presente mostrou-se inquietante com a atual conjuntura, principalmente no campo, e mostrou-se comprometida na construção do Reino de Deus.

Ana Beatriz também da Paraíba, relata a sua participação, e o que ela achou da escola de formação “gostei muito da experiência de estar participando da Escola Nacional de Formação Rosa Maria Fortini em Minas Gerais. Foi uma oportunidade muito boa, em que partilhamos momentos de saberes com outras e outros jovens camponeses. Um dos momentos mais legais foi a visita a propriedade de um companheiro, onde tem uma plantação agroecológica de café e outras plantas frutíferas,como laranja, abacate, abacaxi”.

Ela ainda ressalta a importância da visita a propriedade e de conhecer um pouco do manejo que o dono utiliza no trato com sua plantação, “uma forma diferente de manejo que não usa o agrotóxico uma coisa difícil de ser presenciada nos dias atuais com todo esse veneno que consumimos dia a dia, outro ponto importante nessa família com praticamente 15 pessoas sendo, os país e os filhos que tomando conta da plantação de café e da mãe terra, foi uma vivência que marcou muito essa escola regada de bons saberes, que quero sempre compartilhar”.

Que a vivência durante o curso de formação renda bons frutos, que a juventude camponesa presente reflitam sobre o trato com a mãe terra, compartilhando as experiências vividas com o jovens de sua base, refletindo sobre a importância da organização juvenil, para o fortalecimento das relações sociais de pertencimento com a terra e as causas da sociedade. Diante de um governo golpista, que visa um Estado mínino, retirando direitos afetando sempre os mais necessitados.

Rosa Maria Fortini: PRESENTE, PRESENTE, PRESENTE

CONFIRA O ÁLBUM

Postado por Comunicação da PJR

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